Ativista denuncia que radicais consideram essas mulheres como gado ou outras mercadorias.

Os terroristas do EI (Estado Islâmico) executaram 19 moças que se recusaram a realizar práticas sexuais forçadas, denominadas de “Jihad sexual”

A denúncia foi feita pela ativista Widar Akrawi, baseada em relatos de curdos que conseguiram se livrar dos opressores radicais. As mulheres não aceitaram ter relações com os criminosos e perderam a vida por causa disso.

Questões de dinheiro e distribuição de mulheres, segundo um porta-voz do Partido Democrático Curdo, em Mosul (Iraque), têm provocado rachas no grupo criminoso. Em momento “relax”, os bandidos tentam ser engraçados ao falarem sobre a partilha das mulheres.

A situação ultrapassa os limites do absurdo: eles falam como se fossem humanos normais, como se estivessem em um dia de folga e fossem trabalhadores honestos em busca de um merecido repouso.

Os criminosos, segundo o porta-voz curdo, fazem até uma lista com os preços das escravas que, segundo o Daily Mail, seriam do grupo yazidi e também cristãs. O EI invadiu Sinjar, no Iraque, em 2014 e capturou centenas de mulheres.

Eles também raptam crianças por considerarem mais valiosas em uma barganha. Clientes de países como Turquia, Síria e do Golfo Pérsico são os únicos que podem comprar mais de três mulheres, ou artigos, na visão dos criminosos.

O enviado especial da ONU (Organização das Nações Unidas), Zainab Bangura, disse à Bloomberg que as meninas são vendidas como barris de gasolina, acrescentando que uma garota pode ser vendida e comprada por cinco ou seis homens diferentes.
— Às vezes esses combatentes vendem as meninas de volta para suas famílias por milhares de dólares, em forma de resgate.

O chocante documento produzido por Widar afirma que a gangue descreve as mulheres como ‘itens’ e buscam uma melhor qualificação na procura de “mulheres e gado”

O argumento é que esse mercado gera importantes receitas para o financiamento de combatentes deste mórbido exército no campo de batalha

O enviado da ONU disse que as virgens yazidis são procuradas por enviados do EI para leilões de escravos, com objetivos sexuais, em Raqqa, capital adotada pelo maligno grupo na Síria.

Outra loucura: o grupo terrorista chama estas situações de “casamento”. O EI tem uma agência matrimonial que organiza todos estas “uniões”e a venda de mulheres, sendo que todas as “esposas” fazem parte de uma lista de preços.

Apenas no mês passado, três mulheres yazidis, religião que mistura a crença islâmicas a conceitos cristãos, foram forçadas a se tornar jihadi e disseram que foram estupradas “cinco vezes por dia” após serem negociadas como carga humana.

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Fonte: R7

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