A transfusão de sangue é fundamental para o tratamento de pessoas que sofrem de uma série de doenças ou vítimas de acidentes, desastres naturais e conflitos armados. O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado nesta terça-feira (14), promove a conscientização sobre a importância da doação para a saúde pública.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a necessidade de sangue é universal, mas que o acesso ainda é limitado – especialmente em países de baixa e de média rendas, onde a escassez afeta particularmente mulheres e crianças, que tendem a ser as pessoas que mais precisam de sangue.

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A OMS divulgou informações atualizadas sobre o cenário global da doação de sangue. Das 118,5 milhões de doações coletadas globalmente, 40% delas são coletadas em países de alta renda, que abrigam 16% da população mundial.

Em países de baixa renda, até 54% das transfusões de sangue são administradas a crianças menores de 5 anos; enquanto em países de alta renda, o grupo de pacientes mais frequentemente atendidos tem mais de 60 anos de idade, representando até 76% de todas as transfusões.

Com base em amostras de 1.000 pessoas, a taxa de doação de sangue é de 31,5 doações em países de alta renda, 16,4 doações em países de renda média alta, 6,6 doações em países de renda média-baixa e 5,0 doações em países de baixa renda.

Um aumento de 10,7 milhões de doações de sangue de doadores voluntários não remunerados foi relatado de 2008 a 2018. No total, 79 países coletam mais de 90% de seu suprimento de sangue de doadores voluntários não remunerados; no entanto, 54 países coletam mais de 50% de seu suprimento de doadores familiares ou pagos.

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