‘Ele sabe que errou e acha que merece segunda chance’, diz Marcos Prado.Cineasta planejava fazer documentário sobre caso de Marco Archer.

Marco Archer Cardoso Moreira, o brasileiro condenado à morte na Indonésia por tentar entrar com drogas no país, quer se tornar um exemplo para os jovens brasileiros que pensarem em fazer a mesma coisa que ele, contou um amigo seu ao G1.

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Produtor de filmes como “Tropa de elite” e sócio do diretor José Padilha, Marcos Prado diz que Archer era seu “amigo de praia” no Rio de Janeiro. Em 2012, após muito tempo sem contato, o preso o procurou pedindo que fizesse um documentário sobre sua história.

“Ele não quer ser lembrado só por ser o primeiro brasileiro a ser executado no exterior. Tinha o desejo de dar exemplo para jovens brasileiros que quisessem cometer a mesma irresponsabilidade dele, de levar drogas para fora do país”, diz.

Marco Archer Cardoso Moreira, o brasileiro condenado à morte na Indonésia por tentar entrar com drogas no país, quer se tornar um exemplo para os jovens brasileiros que pensarem em fazer a mesma coisa que ele, contou um amigo seu ao G1.

Produtor de filmes como “Tropa de elite” e sócio do diretor José Padilha, Marcos Prado diz que Archer era seu “amigo de praia” no Rio de Janeiro. Em 2012, após muito tempo sem contato, o preso o procurou pedindo que fizesse um documentário sobre sua história.

“Ele não quer ser lembrado só por ser o primeiro brasileiro a ser executado no exterior. Tinha o desejo de dar exemplo para jovens brasileiros que quisessem cometer a mesma irresponsabilidade dele, de levar drogas para fora do país”, diz.

Marco Archer Cardoso Moreira, o brasileiro condenado à morte na Indonésia por tentar entrar com drogas no país, quer se tornar um exemplo para os jovens brasileiros que pensarem em fazer a mesma coisa que ele, contou um amigo seu ao G1.

Produtor de filmes como “Tropa de elite” e sócio do diretor José Padilha, Marcos Prado diz que Archer era seu “amigo de praia” no Rio de Janeiro. Em 2012, após muito tempo sem contato, o preso o procurou pedindo que fizesse um documentário sobre sua história.

“Ele não quer ser lembrado só por ser o primeiro brasileiro a ser executado no exterior. Tinha o desejo de dar exemplo para jovens brasileiros que quisessem cometer a mesma irresponsabilidade dele, de levar drogas para fora do país”, diz.

Governo brasileiro
Caso a pena de morte seja cumprida neste sábado, Moreira será o primeiro estrangeiro a ser executado na Indonésia em 2015.

O Itamaraty informou apenas que continua mobilizado e acompanha o caso, avaliando “todas as possibilidades de ação ainda abertas”. O governo brasileiro afirmou que não dará detalhes sobre as decisões tomadas.

A organização Anistia Internacional informou que, por ser “contra a pena de morte em qualquer circunstância”, repudia “veementemente a decisão do governo indonésio em executar Marco Archer”. A organização disse que lançou uma ação para que todas as suas seções pressionem o governo Indonésio a não levar adiante as execuções.

Instrutor de voo, Marco Archer foi preso em 2004 ao tentar entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. A droga foi descoberta pelo raio-x, no Aeroporto Internacional de Jacarta. O brasileiro conseguiu fugir do aeroporto, mas foi preso duas semanas depois.

Além de Marco Archer, o paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte também está detido no arquipélago do sudeste asiático por tráfico de cocaína e aguarda no corredor da morte.

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Fonte: G1

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