Grupo ligado ao Estado Islâmico reivindicou a autoria da série de atentados.

Pelo menos 26 pessoas, a maioria soldados egípcios, morreram em uma série de atentados contra instalações militares na Península do Sinai, no Egito. Terroristas usaram morteiros e um carro-bomba para atacar um quartel da polícia, uma base do Exército e a zona residencial onde vivem oficiais das forças de segurança em El Arish, capital do Sinai do Norte. Outros ataques aconteceram contra postos de controle em Rafah, na fronteira com a faixa de Gaza.
O jornal estatal al-Ahram disse que sua redação na cidade de El Arish foi “completamente destruída”. O escritório fica em frente a um hotel e a uma base militar que, segundo as fontes de segurança, eram os alvos dos bombardeios.

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Aliado dos terroristas do Estado Islâmico, o grupo radical egípcio Wilayat Sina reivindicou a autoria dos atentados.

Instabilidade – A insurgência islâmica no Egito realiza ataques cada vez mais frequentes contra forças de segurança no Sinai, principalmente depois da deposição do ex-presidente Mohamed Mursi, ligado à Irmandade Muçulmana. A região sofre com instabilidade desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em 2011. Nesta semana, as tensões subiram ainda mais por causa dos protestos, alguns deles violentos, que marcaram o aniversário da revolta de 2011.

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Fonte: Veja

 

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