Dois projetos de lei tramitam na DNA e sugerem o encerramento do contrato.

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O debate sobre o acordo de Brokopondo segue aflorado na Assembléia Nacional (DNA) do Suriname. No último dia 23, o líder do Partido Nacional Democrático (NDP), Amzad Abdoel, destacou os sacrifícios para a implantação do acordo de Brokopondo. Dois projetos de lei tramitam no congresso para antecipar a rescisão de contrato, que tem duração de 75 anos e, inicialmente, seria encerrado em 2033.

Abdoel destacou a contribuição da bauxita para o desenvolvimento do Suriname, com a injeção de milhões de dólares, sendo o vetor da economia. Ele falou também sobre a parceria, através de uma cooperação, do país com a ALCOA, multinacional que faz a exploração do minério. “Deveria servir como uma experiência no processo de desenvolvimento”.

Por outro lado, o parlamentar classificou como “feridas” alguns aspectos, entre os quais, a transmigração e os problemas decorrentes desse processo. Segundo ele, não foi dada a devida atenção às duas situações, sobretudo, aos moradores da área do reservatório ambiental. O líder do NDP  na Assembléia Nacional quer, agora, uma avaliação do acordo, com dados sobre a realidade.

Em uma última análise, o congresso deve colocar em pauta a votação para saber se aprova os projetos de lei que sugerem o encerramento do contrato, ou então, inicia o debate para renovação do acordo, bem como o programa de desenvolvimento de Bakhuys.

Foto: LPM

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