Padre é esfaqueado durante missa na Cidade do México

Padre é esfaqueado durante missa na Cidade do México

O acusado afirmou diante da autoridade ministerial se tratar de um artista americano e que faria uso de seu direito de ficar em silêncio

México – Um padre foi esfaqueado na segunda-feira, na Catedral Metropolitana da Cidade do México, e está internado em estado “grave, mas estável”, de acordo com informações divulgadas por fontes do governo e da igreja.

A Procuradoria-Geral de Justiça informou que agentes da Polícia Federal “disponibilizaram para a Agência Central de Investigação um homem de aproximadamente 28 anos de idade, suspeito de esfaquear um padre enquanto ele celebrava uma missa na Catedral Metropolitana”.

“A vítima, que apresenta lesões no pescoço por arma afiada, foi transferida rapidamente por membros da Secretaria de Segurança Pública para um hospital particular, e seu estado é grave, porém estável”, disse a Procuradoria, através de um boletim.

A nota acrescentava que “o acusado, que disse se chamar John Rock Schild, afirmou diante da autoridade ministerial se tratar de um artista americano e que faria uso de seu direito de ficar em silêncio”.

Por sua vez, a Comissão Nacional de Segurança, informou que o padre Miguel Ángel Machorro foi agredido no término da missa.

Também afirmou que o atacante, que se identificou como John “N”, de nacionalidade francesa, utilizou uma arma branca para atacar a sacerdote no interior do templo.

“Imediatamente, membros do Serviço de Proteção Federal que protegem o local, prenderam o agressor e o levaram para a Secretaria de Segurança Pública da Cidade do México”, afirmou.

Já a Conferência do Episcopado do México confirmou a identidade do religioso atacado. “Unidos como Igreja, em oração pelo padre Miguel Ángel Machorro, que foi atacado na Catedral”, dizia uma mensagem através do Twitter.

Pela mesma rede social, o Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera, pediu que os mexicanos orem “pela saúde do padre Machorro, que foi ferido hoje na Catedral, para que se cure e volte para suas habituais ocupações”.

Fonte: Exame

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