Brasil compartilha experiência de sucesso no “Programa Jovem Aprendiz” com o Suriname

Brasil compartilha experiência de sucesso no “Programa Jovem Aprendiz” com o Suriname

Uma delegação composta por especialistas brasileiros participou da abertura do seminário sobre a eliminação do trabalho infantil realizada na quarta-feira, 16 de maio, no Suriname.

O seminário foi celebrado nos dias 15 e 16 de maio, em Paramaribo com o tema: “Transição Escola-Trabalho para a Eliminação do Trabalho Infantil: Análise das Melhores Práticas e Experiências do Sistema de Aprendizagem do Brasil”.

O ministro do Trabalho do Suriname, Soewarto Moestadja, falou na abertura do seminário sobre a experiência positiva do programa de aprendizagem brasileiro e de acordo com os membros e organizadores do seminário, o foco do evento foi colocado sobre o sucesso que o Brasil tem conseguido obter no controle e eliminação do trabalho infantil. O Brasil tem programas específicos de apoio e regulamentos de aderência para crianças e adolescentes que querem deixar a escola para trabalhar e esse modelo de abordagem está sendo compartilhado com os países da região do Caribe.

A este respeito, a delegação do governo brasileiro composta pela Responsável Nacional pela Fiscalização de Inserção de Aprendizes, do Departamento de Fiscalização do Trabalho Infantil, Tais Arruti Lisboa, a Auditora do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul, Denise Barilla Gonzales em colaboração com o representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Erik Ferraz; Oficial de Projetos do Escritório da OIT no Brasil foram compartilhadas experiências com o Suriname, tanto do domínio do emprego como da educação.

Além do ministro do trabalho, Soewarto Moestadja, estavam presentes no seminário, o embaixador do Brasil em Paramaribo, Marcelo Baumbach e o ministro da Educação, Ciência e Cultura, Robert Peneux.

Segundo indicou o ministro do trabalho surinamês, um problema típico do mercado de trabalho no Suriname é que o desemprego é principalmente um problema para as mulheres e os jovens com uma média de 60% de mulheres e 32% dos adolescentes.

A lei 10.097 foi a responsável por instituir o programa de jovem aprendiz que tornou obrigatória a contratação dessa mão de obra em empresas de porte médio e grande no Brasil. Um programa que tem muitas vantagens e que permite que os jovens conciliem curso profissionalizante, aprendizagem prática e também os estudos normais.

Foto: Arbeid

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